Novos tempos, caminhos do coração.

Estamos vivendo em um momento em que as pessoas estão despertando para o fazer diferente. Quebrando paradigmas antigos de modo de vida, de trabalho, do que é felicidade.
Está todo mundo cansado do modelo antigo de sobrevivência.
Está todo mundo ansioso por uma vida diferente, e mesmo que todo esse papo de empreendedorismo seja tão atual, na verdade corre contra a vontade da alma da gente, que não quer competir para só ganhar, sem limites… isso não preenche, é como correr atrás da cenoura. E cansa…
A alma anseia por descanso… não inércia, mas o aconchego do fazer o que se gosta, de amar o que se faz no fluxo de uma prosperidade que vai além do ter. Na simplicidade.
Sim, dinheiro é bom e importante, nos ajuda a realizar coisas, mas o que a vida nos impõe através do consumismo exagerado é que a felicidade vai estar garantida lááá… sempre lá, onde nunca vai se chegar.
O que eu mais vejo são pessoas, especialmente jovens, que não se adaptam mais ao modelo antigo que vigora desde a revolução industrial, seguido dessa nova era de empreendedor de sucesso com cheiro de liberdade do emprego em massa… Outra prisão sem fim.
O que eu vejo agora são pessoas que querem ter qualidade de vida, e fazer coisas que sintam prazer, que agregue valor, que os tornem livres, de dentro p fora.
E é difícil muitas vezes quebrar esse ciclo, pois vai contra o que nos foi ensinado.
A primeira dificuldade é vencer a barreira construída dentro de nós, com a carga que trazemos de geração em geração. Vencer o medo de ser diferente, de desagradar nossos pais, de ser visto como louco inconsequente por uma sociedade doente, vagabundos que não querem trabalhar…
Somos agentes de uma grande mudança na forma de viver.
Somos as sementes de um futuro que virá, nas crianças que estão nascendo com um novo propósito. E ser agente de transformação não é fácil, mas é imprescindível.
Um novo mundo começa agora por nossas mãos, na possibilidade de nos abrirmos para ser feliz na simplicidade. O mundo atual nos dá exemplos de que sucesso, abundância, fama, dinheiro não são sinônimos de felicidade quando separados do prazer em ser e fazer as coisas que nosso coração quer.
Se está difícil agora, não desista, é apenas o começo.
Lembro quando comecei a fazer as rosas, era tão complicado e angustiante, mas à medida que eu me dedicava a ela foi se abrindo possibilidades, o tempo que eu me dediquei às rosas as tornou importante, senão seria mais uma rosa, quem sabe até esquecida, largada por medo e insegurança.
Que essa geração que está enfrentando de frente essa mudança não desista!
Que deixem seu coração os guiar, pois um novo mundo está se abrindo a cada passo corajoso que eles dão, e isso se estenderá e facilitará para as próximas gerações, quebrando os padrões anteriores de comportamento humano, e de felicidade!

2 Comentários

  1. Querida Simone, adorei seu trabalho com as rosas. Seu trabalho é muito bonito e especial . Amo rosas e flores em geral, faço-as muito em papel.E normalmente, gosto de faze-las em miniatura para lacres de convites, cartões….. Amo trabalhar com papel. Parabéns, desejo-lhe muito sucesso!

    • Oi Ivone, maravilha flor, rosas são especiais mesmo, um símbolo que nos transforma! Muito obrigada, bjos!!

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